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Marcha das Margaridas no Amapá é na próxima sexta (04) de agosto

  • Writer: sintrafap
    sintrafap
  • Aug 1, 2023
  • 3 min read

Updated: Jul 18, 2024

Para o Sintraf-Ap, o momento é de união e alinhamento de movimentos



Este ano, o Amapá realiza sua 7ª edição da Marcha das Margaridas, com concentração a partir das 14h na Praça da Bandeira, a programação conta com apresentações artísticas regionais, caminhada e momentos de luta e reflexão. A Marcha sai às 16h e vai percorrer as ruas da capital. O ato é uma preparação para o Ato Nacional que será realizado nos dias 15 e 16 de agosto.


A Marcha das Margaridas aconteceu pela primeira vez em 2000, a iniciativa nasceu da insatisfação das mulheres trabalhadoras rurais, feministas, participantes do movimento sindical e sem terra, que criaram um movimento de caráter formativo, de denúncia, diálogo e política.


A edição nacional acontece em Brasília (DF), e conta com a presença de mulheres representantes de movimentos trabalhistas, sindicais, femininos e feministas do país e de fora dele, também ocorre a nível local em diversos outros estados.


Os principais objetivos da Marcha são:

  • Fortalecer e ampliar a organização, mobilização e formação sindical e feminista das mulheres trabalhadoras rurais;

  • Reafirmar o protagonismo e dar visibilidade à contribuição econômica, política e social das mulheres do campo, da floresta e das águas na construção de um novo processo de desenvolvimento rural voltado para a sustentabilidade da vida humana e do meio ambiente;

  • Apresentar, através das proposições, uma crítica ao modelo de desenvolvimento hegemônico a partir de uma perspectiva feminista;

  • Contribuir para a democratização das relações sociais no MSTTR e nos demais espaços políticos, visando, assim, com a superação das desigualdades de gênero e étnico-raciais; Protestar contra as causas estruturantes da insegurança alimentar e nutricional que precisam ser enfrentados para a garantia do direito humano à alimentação adequada e da soberania alimentar;

  • Denunciar e protestar contra todas as formas de violência, exploração e discriminação, e avançar na construção da igualdade para as mulheres;

  • Atualizar e qualificar a pauta de negociações, propondo e negociando políticas para as mulheres do campo e da floresta e das águas, considerando as suas especificidades;

  • Lutar pelo aperfeiçoamento e consolidação das políticas públicas voltadas às mulheres do campo, da floresta e das águas desde a esfera municipal, estadual e federal, contribuindo para que elas incidam no cotidiano das mulheres do campo, da floresta e das águas.

A Secretária Geral do Sindicato dos Trabalhadores do Ramo Financeiro do Estado do Amapá (Sintraf-Ap), Bruna Athayde, que já participou de outras edições da Marcha e irá este ano somar também na etapa nacional do ato, nos conta um pouco sobre a relevância dessa atividade. “A Marcha das Margaridas se solidificou como a maior mobilização coletiva protagonizada pelas mulheres de toda a América Latina. É uma construção coletiva que tem uma capacidade de mobilização, pelo caráter formativo, de denúncia e pressão, de proposição, diálogo e negociação política com o Governo Federal. Precisamos reafirmar nosso protagonismo e dar visibilidade à contribuição econômica, política e social das mulheres do campo, e lutar por um novo processo de desenvolvimento rural voltado para a sustentabilidade da vida humana e do meio ambiente”, conta com entusiasmo.


Em cada edição, a organização da Marcha das Margaridas entrega um documento político para o Governo Federal com suas pautas e reivindicações, que são apresentadas, analisadas e depois discutidas em reuniões que fazem parte das programações pós Marcha em Brasília.


Para conhecer melhor o movimento você pode acessar o site www.transformatoriomargaridas.org.br. “Viabilize, acompanhe, articule: seja você também esse transformatório".



Amanda Isis/Ascom Sintraf-Ap


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