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Bancários intensificam protestos contra demissões em massa no Itaú

  • Writer: sintrafap
    sintrafap
  • Sep 26, 2025
  • 2 min read

Mobilizações em São Paulo e Curitiba denunciam práticas abusivas do banco e pressionam por reversão das mais de mil dispensas realizadas no início de setembro.



A quarta-feira (24) foi marcada por mais um dia de mobilizações contra o Itaú. Os protestos foram motivados pelas mais de mil demissões promovidas de uma só vez pelo banco no último dia 8 e também pela recusa da instituição em negociar a reversão das dispensas.


Em São Paulo, o Sindicato dos Bancários paralisou o edifício Faria Lima 3500, sede do Itaú BBA em São Paulo. Já em Curitiba, o Sindicato dos Bancários e Financiários da capital e região retardou a abertura de três agências localizadas na região central (Comendador Araújo, XV de Novembro e João Negrão).


Além das demissões, os atos também denunciaram o monitoramento abusivo de trabalhadores em home office. O Itaú admitiu que acompanha cliques e outras ações realizadas nos equipamentos dos empregados, sem conhecimento prévio deles, e utilizou esses dados como justificativa para desligamentos por suposta baixa produtividade.


Dirigentes sindicais levaram faixas para a frente das unidades, denunciaram publicamente as práticas do banco e conversaram com os funcionários sobre os ataques em curso.


A Comissão de Organização dos Empregados (COE/Itaú) já havia se reunido com a direção da instituição em 15 de setembro, cobrando a suspensão das dispensas. O banco, no entanto, alegou “questões éticas” e “quebra de confiança” para justificar as demissões. Nova rodada de negociação, realizada em 18 de setembro com a presença da Fenaban, também não teve avanços: o Itaú manteve sua posição irredutível de não reverter os desligamentos.


Valeska Pincovai, coordenadora da COE Itaú, criticou a postura do banco. “O Itaú demite em massa, pratica monitoramento abusivo dos trabalhadores em home office e ainda tenta naturalizar uma grave violação de direitos como se fosse algo aceitável. Não vamos aceitar que o banco siga tratando seus funcionários como números. As mobilizações vão continuar até que o Itaú volte atrás e respeite o emprego e a dignidade dos bancários.”


Fonte: Contraf-CUT


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