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Entidades sindicais e Basa debatem previdência complementar e PLR na segunda mesa do ano


Atualmente e com base no último levantamento feito pelo Banco da Amazônia, o quadro funcional da instituição financeira é composto por 2.835 empregadas e empregados; desse total 1.857 (65%) aderiram e são participantes de plano de previdência complementar e 978 (35%) não fizeram adesão. Esses últimos permanecem ainda com a CAPAF, nos planos de Benefício Definido e do Amazon Vida. A Caixa de Previdência Complementar do Banco da Amazônia segue sob intervenção da Previc, renovada a cada 6 meses,  e por força de sentença judicial, é obrigada a complementar o benefício a esses participantes.

“É importante que o banco repasse informações necessárias e pertinentes para convencer quem ainda não aderiu a nenhum plano e aguarda decisão judicial, a fazê-lo, e não apenas promover campanhas sem aprofundar melhor sobre a importância de cada nova adesão”, destaca o coordenador da CEE do Basa e também empregado do banco, Sérgio Trindade.

Além dos planos acima, existem outros 3 que são administrados pelo Banco do Brasil: BB Previdência, BD Saldado e o Previ Amazônia, somente este último está disponível para novas adesões; do tipo contribuição variável em que é possível fazer simulação, através de um aplicativo interno do sistema.

A BB Previdência foi criada em 1994 e é administrada pelo Banco do Brasil, atuando como fundo de pensão multipatrocinado, situação em que diversos planos de benefícios de diferentes empresas, denominadas patrocinadoras, são administrados em conjunto, utilizando uma única infraestrutura, sem que haja vínculo ou responsabilidade entre eles.

As entidades sindicais ainda solicitaram abertura de um canal exclusivo de atendimento tempestivo aos usuários, além do que o banco já disponibiliza.

“Plano de previdência é um tema complexo que carece de uma mesa específica para discuti-lo, e portanto, apresentamos essa demanda na mesa de hoje, para a qual o banco sinalizou possibilidade desde que os pontos a serem abordados sejam previamente definidos”, explica o diretor jurídico do Sindicato, Cristiano Moreno, que também é empregado do Basa.

Na última terça-feira (27) tiveram início os trabalhos do GT de Saúde entre movimento sindical e instituição financeira.

Antecipação PLR

Dirigentes do Sindicato, Contraf-CUT e Fetec-CUT/CN voltaram a solicitar a antecipação do pagamento da PLR como foi feito ano passado pelo banco e como as demais empresas vêm fazendo desde o início do mês.

Os representantes do Basa informaram que a previsão é que o pagamento ocorra no início de maio, após divulgação do balanço previsto para ser divulgado logo após a assembleia dos acionistas que deve acontecer no dia 26 de abril, quando são definidos os valores dos dividendos.

“Felizmente os resultados do banco vêm melhorando ao longo dos últimos anos raças ao emprenho do funcionalismo. Porém infelizmente, o Banco da Amazônia continua sendo o último banco a creditar a PLR, ficando bem atrás do calendário dos demais bancos que têm acatado o pedido de antecipação das entidades sindicais diante da necessidade de pagamento de várias contas ficas de início de ano”, lembra a diretora da Confederação, Rosalina Amorim.

Além do Serginho Trindade, Cristiano Moreno e Rosalina Amorim, o funcionalismo do banco esteve representado pela presidenta do Sindicato dos Bancários do Pará, Tatiana Oliveira e o assessor jurídico, Luciano Danin.

Outras pautas

Além das demandas principais, foram apresentadas demandas relacionadas ao limite de empregados e empregadas segundo a Sest, PDV e novas admissões, assunto intrinsecamente ligados e que por conta da ausência justificada da gerente da Gepes, Bruna Paraense, as respostas não puderam ser apresentadas.

Outro assunto retomado, da reunião do mês passado, foi sobre a redução da jornada para pais, mães e/ou responsáveis por filhos (as) PCDs. As entidades lembraram que ainda nessa semana, o BNB fecha aditivo de acordo específico; e que o Banco do Brasil possui regimento interno.

Os representantes do Basa, na mesa de negociação – Francisco Moura, coordenador de negociação do banco, Miguel de Moraes e Daniela Vasconcelos, ambos coordenadores da Gepes, solicitaram das entidades uma cópia dos textos dos respectivos documentos para avaliarem a possibilidade de atender ao pedido das entidades

 

Fonte: Bancários PA

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