Diretores do Sintraf-AP visitam agências no interior

Edson Gomes, Samuel Bastos e Janaína Figueiredo em visita à agência do Bradesco em Porto Grande

Edson Gomes, Samuel Bastos e Janaína Figueiredo em visita à agência do Bradesco em Porto Grande


Conhecer a realidade dos bancários e dos locais de trabalho nos municípios do Amapá que possuem agências bancárias. Esse foi o objetivo da caravana realizada pelo Sindicato dos Trabalhadores do Ramo Financeiro do Amapá – Sintraf-AP. No segundo semestre de 2014, diretores da entidade percorreram seis cidades amapaenses para traçar um diagnóstico da situação dos trabalhadores.

Em Oiapoque, os principais problemas encontrados foram a dificuldade de comunicação, principalmente via telefone e internet, e a falta de portas de segurança nas agências do Bradesco, o que compromete a segurança de clientes e funcionários. “É uma região de fronteira e de difícil acesso. É inadmissível que o Bradesco tenha tomado essa atitude de retirar as portas giratórias. Dessa forma, todos estão vulneráveis”, explicou o presidente do Sintraf-AP, Edson Gomes.

O caso foi repassado para o setor jurídico do sindicato, que vai tentar descobrir se a legislação municipal exige a utilização de portas com detector de metal pelos bancos. “Fomos informados que existe uma lei aprovada pela Câmara de Oiapoque que trata dessa questão. O departamento jurídico vai tomar as providências necessárias para garantir a segurança de todos”, pontuou o presidente.

Além de identificar as dificuldades dos trabalhadores de Oiapoque e buscar uma solução, o sindicato se comprometeu em realizar eventos sociais para aproximar ainda mais a categoria da entidade. No mês de janeiro de 2015, deverá acontecer uma festa de confraternização no extremo norte do Estado.

Na agência do Banco do Brasil, no município de Calçoene, dirigentes conheceram a realidade do local

Na agência do Banco do Brasil, no município de Calçoene, dirigentes conheceram a realidade do local


Ainda no norte do Amapá, a equipe do Sintraf-AP esteve em Calçoene e Amapá. Em Calçoene, foi constatado que a agência é muito pequena para as atividades bancárias e, em Amapá, os servidores reclamaram da falta de médicos para atendê-los.

Em Porto Grande, o problema é o mesmo de Oiapoque: a falta de segurança na agência do Bradesco. Pelo menos dois assaltos já aconteceram no local, inclusive com os bandidos colocando arma na cabeça de funcionários. “Isso não pode continuar assim e vamos tomar uma providência”, garantiu Edson Gomes.

Bradesco de Mazagão também recebeu a visita dos diretores do Sindicato dos Bancários do AP

Bradesco de Mazagão também recebeu a visita dos diretores do Sindicato dos Bancários do AP


Nas cidades de Mazagão e Santana, a falta de servidores nas agências é o principal problema a ser resolvido. O Sintraf-AP vai solicitar aos bancos que contratem mais funcionários, no sentido de evitar a sobrecarga de trabalho existente e garantir mais rapidez e qualidade no atendimento à população.

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