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Diretores do Sintraf-Ap vão às ruas denunciar condições precárias de trabalho e atendimento no Santa

Com lucro bilionário, o banco continua entregando arrocho salarial e fechamento de agências

Na manhã desta terça-feira (06), os membros da diretoria do Sindicato dos Trabalhadores do Ramo Financeiro do Estado do Amapá (Sintraf-Ap) percorreram as agências do Santander em Macapá (AP), para denunciar políticas de gestão do banco que prejudicam a vida das trabalhadoras e trabalhadores.

Mesmo com um lucro líquido de R $12,900 bilhões de reais em 2022, o banco segue fechando agências, demitindo em massa, sobrecarregando funcionários com altas metas e desvios de funções, e comprometendo a segurança de trabalhadores, clientes e usuários.

A Diretora e Secretária-Geral do Sintraf-Ap e funcionária do Santander, Bruna Athayde fala sobre a redução no número de funcionários no banco. “No Amapá, nós tivemos uma agência e 5 postos de atendimento fechados, isso gera um impacto muito grande nos atendimentos a população e também nos funcionários que têm sua saúde comprometida com o acúmulo de funções”, explica.

Também estiveram presentes no ato o Presidente do Sintraf-Ap e funcionário do Banco do Brasil, Samuel Bastos, o Diretor Administrativo e Financeiro e empregado da Caixa Econômica, Edson Gomes, e a Diretora de Saúde e funcionária do Itaú, Dayane Machado.

Em seu discurso durante o ato, Samuel Bastos afirma.” O Santander desde que chegou ao Brasil mantém suas taxas de juros entre as mais altas do país ano após ano, e mesmo lucrando valores bilionários segue reduzindo a segurança de funcionários, clientes e postos de trabalho. Além disso, esse dinheiro sai do bolso do brasileiro e vai para o bolso dos acionistas estrangeiros e isso nós não podemos aceitar”, repudia o dirigente.

Durante o ato, os dirigentes conversaram com funcionários e clientes do Santander, e com o público em geral, com o objetivo de conscientizar a população acerca da situação atual dos trabalhadores do banco.


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