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Diretor da Fetec-CUT/CN, Edson Gomes é eleito vice-presidente da CUT Amapá


O secretário de Bancos Públicos da Federação dos Bancários do Centro-Norte (Fetec-CUT/CN), Edson Gomes, foi eleito vice-presidente da Central Única dos Trabalhadores do Amapá (CUT-AP) no congresso estadual realizado neste sábado 26 em Macapá. A nova direção da CUT-AP é presidida por Errolflyn Paixão, do Sindsep Amapá.

“Gostaria em primeiro lugar de agradecer a confiança que os trabalhadores do Amapá depositaram em nossa chapa, que terá o desafio de conduzir no próximo período as lutas da CUT em defesa da classe trabalhadora, pela conquista de mais direitos e por um Brasil mais justo e digno, com desenvolvimento econômico e social, com respeito à diversidade e ao meio ambiente e ampliação da democracia”, agradeceu Edson Gomes, que é empregado da Caixa.


A nova direção da CUT-AP já compareceu nesta segunda-feira 28 à sessão solene promovida na Assembleia Legislativa do Amapá em homenagem aos 40 anos da CUT (foto abaixo), criada no dia 28 de agosto de 1983 no 1° Congresso Nacional da Classe Trabalhadora (Conclat), realizado em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, ainda em plena ditadura militar.

Trajetória de lutas e conquistas

A CUT atuou pelas mudanças no país e ajudou a restabelecer e fortalecer a democracia e a soberania. Organizar a classe trabalhadora em todas as regiões do país foi uma prioridade da primeira direção da CUT. Tornou-se referência nacional e mundial de luta pela classe trabalhadora. É a maior central sindical do Brasil, da América Latina e a 5ª maior do mundo, com 3.960 entidades filiadas, 7,9 milhões de trabalhadores associados e 25,8 milhões de trabalhadores na base. Também representa todos os ramos de atividade econômica do país. Como uma organização sindical de massas de caráter classista, autônomo e democrático, o compromisso da CUT foi defender os interesses imediatos e históricos da classe trabalhadora. Baseada em princípios de igualdade e solidariedade, para organizar, representar sindicalmente e dirigir a luta dos trabalhadores e trabalhadoras da cidade e do campo, do setor público e privado, ativos e inativos, por melhores condições de vida e de trabalho e por uma sociedade justa e democrática. Fonte: Fetec-CUT/CN, com CUT Brasil


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