Comando considera insuficiente proposta de 6,5% mais abono e orienta assembleia para dia 1º


proposta

A proposta dos bancos Reajuste de 6,5% (perda de 2,80% em relação à inflação de 9,57% dos últimos 12 meses) sobre todas as verbas salariais. Abono salarial de R$ 3.000,00, em única parcela, que não será incorporado aos salários. Piso portaria após 90 dias – 1.467,17 (incidência dos 6,5% aos valores atuais). Piso escritório após 90 dias – R$ 2.104,55. Piso caixa/tesouraria após 90 dias – R$ 2.842,96 (salário mais gratificação mais outras verbas de caixa). PLR regra básica – 90% do salário mais R$ 2.153,21, limitado a R$ 11.550,90,. Se o total ficar abaixo de 5% do lucro líquido, salta para 2,2 salários, com teto de R$ 25.411,97. PLR parcela adicional – 2,2% do lucro líquido dividido linearmente para todos, limitado a R$ 4.306,41.

Antecipação da PLR Primeira parcela depositada até dez dias após assinatura da Convenção Coletiva e a segunda até 2 de março de 2017. Regra básica – 54% do salário mais fixo de R$ 1.291,92 , limitado a R$ 6.930,50 e ao teto de 12,8% do lucro líquido – o que ocorrer primeiro. Parcela adicional – 2,2% do lucro líquido do segundo semestre de 2016, limitado a R$ 2.153,21.

Auxílio-refeição – R$ 31,57. Auxílio-cesta alimentação – R$ 523,48. 13ª cesta-alimentação – R$ 524,48. Auxílio-creche/babá (filhos até 71 meses) – R$ 420,36. Auxílio-creche/babá (filhos até 83 meses) – R$ 359,61. Gratificação de compensador de cheques – R$ 163,35. Requalificação profissional – R$ 1.437,43. Auxílio-funeral – R$ 964,50. Indenização por morte ou incapacidade decorrente de assalto – R$ 143.825,29. Ajuda deslocamento noturno – R$ 100,67.

As principais reivindicações dos bancários ˃ Reajuste salarial de 14,78%, o que significa 5% de aumento real acima da inflação. ˃ PLR de três salários mais R$ 8.317,90 fixos para todos. ˃ Piso salarial de R$ 3.940,24 (equivalente ao salário mínimo do Dieese em valores de junho último). ˃ Vales alimentação, refeição, 13ª cesta e auxílio-creche/babá no valor de R$ 880,00 ao mês para cada (salário mínimo nacional). ˃ Melhores condições de trabalho, com o fim das metas abusivas e do assédio moral que adoecem os bancários. ˃ Emprego: fim das demissões, mais contratações, fim da rotatividade e combate às terceirizações diante dos riscos de aprovação do PLC 30/15 no Senado Federal, além da ratificação da Convenção 158 da OIT, que coíbe dispensas imotivadas. ˃ Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) para todos os bancários. ˃ Auxílio-educação: pagamento para graduação e pós. ˃ Prevenção contra assaltos e sequestros: permanência de dois vigilantes por andar nas agências e pontos de serviços bancários, como determina a legislação. Instalação de portas giratórias com detector de metais na entrada das áreas de autoatendimento e biombos nos caixas. Abertura e fechamento remoto das agências, fim da guarda das chaves por funcionários. ˃ Igualdade de oportunidades: fim às discriminações nos salários e na ascensão profissional de mulheres, negros, gays, lésbicas, transexuais e pessoas com deficiência (PCDs).

O calendário de negociações Calendário de mobilização 1º/9 – Assembleias em todo o país para deliberar sobre proposta da Fenaban. Fonte: Fetec-CUT/CN

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