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Centrais Sindicais se reúnem com Presidente Lula em Brasília

Um dos temas debatidos no encontro foi o reajuste do salário mínimo.

Na manhã desta quarta-feira, (18), o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), se reuniu com representantes de Centrais Sindicais no Palácio do Planalto, em Brasília (DF), para discutir caminhos em busca de soluções para os problemas que envolvem a pauta trabalhista.


Estiveram presentes na reunião representantes de diversos sindicatos, entre eles o Presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Sérgio Nobre, e a Presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf), Juvandia Moreira Leite, dentre outros representantes de Centrais.


Em entrevista para a TV Contraf, Juvandia falou sobre a importância dessa abertura do governo para dialogar com o movimento. “A diferença de governo onde os trabalhadores podem entrar no Palácio do Planalto, ter uma reunião com o Presidente da República, colocar nossas demandas para reparar os retrocessos que aconteceram e que foram extremamente prejudiciais para os trabalhadores”, comemorou.

Eleito em 1975 como Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo, Lula se tornou uma importante liderança operária. E assim deu seus primeiros passos na vida política. Durante seu discurso no encontro, Lula falou em fortalecer a luta dos sindicatos. “Devemos combater a pulverização da estrutura sindical”, afirmou.


O Diretor Financeiro e Administrativo do Sindicato dos Trabalhadores do Ramo Financeiro do Estado do Amapá (Sintraf-Ap), Edson Gomes, ressaltou a relevância dessa reunião para os trabalhadores em geral. “Essa reunião denota a importância que a classe trabalhadora tem para o desenvolvimento do país. Pois sem os braços do trabalhador não existe país. Os temas abordados trazem um grande ânimo para todos nós, visto que nos dá garantias que temos um futuro com mais conquistas, direitos e empregos dignos”, declarou.


Dentre os assuntos discutidos, a regulamentação de trabalhadores por aplicativos, a negociação coletiva dos sindicatos, a revogação da reforma trabalhista e o reajuste do salário mínimo acima da inflação estiveram entre as principais.


Amanda Isis/Ascom Sintraf-AP






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