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Betão Moschkovich fecha os olhos para sempre, nesta quarta (13)

Trabalhadores e trabalhadoras do ramo financeiro lamentam a morte de bancário da Caixa e militante dedicado às lutas por justiça e igualdade social



João Alberto Garcia Moschkovich, o Betão, faleceu nesta quarta-feira (13), em Santa Catarina. O trabalhador da Caixa e militante dedicado às lutas por justiça e igualdade social, ligado ao Partido dos Trabalhadores, deixa a esposa Marina Amorim, três filhos e duas enteadas.


“Falar do Betão é muito fácil, porque ele influenciou muita gente a seguir essa carreira de luta, tanto em defesa da Caixa quanto do sindicalismo e das Apcefs. Luta essa que ele realizou sem deixar de ser uma pessoa muito alegre e que foi muito importante a para nossa formação”, lamenta a diretora executiva da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Eliana Brasil.


Betão foi diretor da Fenae e da Apcef/SP, exercendo, em mais de uma ocasião, o cargo de coordenador da Comissão Eleitoral Nacional (CEN), encarregado de executar as eleições para a Diretoria Executiva e para o Conselho Fiscal da Federação. Betão foi ainda dirigente da Fetec-SP.


Palmeirense apaixonado e torcedor do time da NBA Los Angeles Lakers, destacou-se ainda como violeiro virtuoso e produtor de cerveja desde 2014, atividade na qual aperfeiçoou as técnicas após fazer o curso na plataforma da Rede do Conhecimento, em 2019.

Ele ainda foi um dos colaboradores do livro A Nova Ordem – Luiz Gushiken, lançado no evento Sons da Democracia, no Sindicato dos Bancários de São Paulo (SPBancários), em outubro.


“Eu classifico o Betão como um daqueles companheiros imprescindíveis na nossa vida, no nosso caminho”, relata Kardec de Jesus, dirigente sindical da Apcef/SP e Diretor Honorário do SPBancários.


Kardec lembra que teve Betão como colega na primeira agência da Caixa em que trabalhou, época em que Betão já cultivava relação com as principais lideranças bancárias da época. Por isto ajudou a organizar na Caixa a Articulação, nome da corrente majoritária no movimento sindical bancário.


“Ele tinha menos tempo que eu de Caixa, mas já sabia tudo da organização sindical. E ele já era militante nessa época, principalmente sindical, porque ele já tinha trabalhado no Banco Nacional. Por isso já tinha amizade com algumas cabeças pensantes, como Luiz Gushiken, Ricardo Berzoini e João Vaccari. Ele nos apresentava essas pessoas e ajudou, inclusive, a organizar a Articulação na Caixa. Eu aprendi muito com algumas pessoas, mas com ele sobretudo, por estarmos o tempo todo juntos. Foi muito boa essa época em que ele trabalhou em São Paulo, além de ser um baita cara, um grande companheiro. Calmo. Vai fazer muita falta mesmo.”


O velório, seguido de cremação, ocorre nesta quinta-feira (14), no Crematório Vaticano, em Balneário Camboriú (SC), entre 10h e 15h.

Fonte: Contraf-CUT

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