Bancários decidem manter greve no Banpará e no Banco da Amazônia

Em assembleias realizadas nesta segunda-feira (14), em Belém, os bancários e as bancárias do Banpará e do Banco da Amazônia consideraram as propostas específicas dessas instituições insuficientes e decidiram manter a greve até conseguirem propostas que atendam as demandas dos trabalhadores desses bancos.

A proposta apresentada pelo Banpará, na rodada realizada na manhã desta segunda-feira, trouxe avanços importantes, porém não contemplou em nível global, principalmente por não abonar os dias de greve, o que vem sendo praticado pelo banco ao longo dos últimos sete anos.

Já o Banco da Amazônia apresentou na última sexta-feira (11) uma proposta que não atende as demandas centrais dos empregados e empregadas do banco como PCS, Plano de Saúde e contratações, dentre outras.

O Sindicato dos Bancários do Pará enviará ofício às direções do Banco da Amazônia e do Banpará para informar oficialmente o resultado das assembleias e solicitar a continuidade das mesas específicas de negociação.

“Nossa categoria está de parabéns pela luta construída nesses 26 dias de greve. Tivemos avanços importantes em termos econômicos e sociais no Banco do Brasil, na Caixa e nos bancos privados, principalmente por termos garantido aumento real nos salários, elevação no piso, melhoria na PLR, além de avanços no combate ao assédio moral em todos os bancos”, afirma a presidenta do Sindicato, Rosalina Amorim.

“Mas nossa luta não acabou, pois estamos em busca de melhores acordos com o Banpará e o Banco da Amazônia e temos certeza que a força da greve nesses bancos vai nos trazer as vitórias desejadas pela categoria”, completa.

Fonte: Contraf-CUT com Seeb Pará

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